A importância da dor

importancia da dor

Acredito que nenhum de nós faz questão da companhia dela. Tentamos fugir de qualquer coisa que se relacione com esse tipo de sentimento. Planejamos a nossa vida pautada na felicidade e é em busca dela que vamos, todos os dias. Mas, meus caros, a dor, além de fazer parte da nossa vida tanto quanto a alegria, nos é necessária.

Já ouviram dizer que ‘’mar calmo nunca fez bom marinheiro’’? Pois é. Essa, além de ser uma das minhas frases preferidas, pode nos ajudar nessa reflexão: na nossa vida, os momentos de dor nos ensinam muito e acabam nos tornando pessoas melhores. Quando passamos por alguma dificuldade, repensamos toda a nossa trajetória e o que temos feito até então, o tipo de pessoas que temos sido – desde com os vizinhos até com os amigos mais próximos -, e muitas vezes, descobrimos que podemos ser melhores. Podemos nos dedicar mais, amar mais, lutar mais, sonhar mais. E então, saímos dessa grande tempestade mais fortes e decididos a buscar uma vida melhor. Percebem?

Quando perdemos alguém importante, descobrimos o quanto devemos valorizar aqueles que estão ao nosso lado; quando não passamos em algum tipo de teste, entendemos que, talvez, devíamos ter nos dedicado mais; quando temos um dia ruim, aprendemos o quanto devemos valorizar os dias bons. E por aí vai… Os momentos de alegria também podem nos ensinar muito, pois quando estamos sentindo a plenitude da vida, podemos então entender o que é a gratidão. Mas, nos momentos difíceis, torna-se mais fácil enxergar o que precisamos mudar e partir para o próximo desafio muito mais decididos.

‘’Esse é o problema da dor, ela precisa ser sentida.’’ E, além de ser sentida, é muito bom quando conseguimos tirar dela uma lição de vida valiosa, que podemos carregar conosco. E então, olhar para trás e ver que superamos mais um desafio que a vida nos colocou. A dor ensina muito!

Com carinho,

Júlia Groppo

Por julia às 31.01.16 265 comentários
Filme: Joy, o nome do sucesso
Joy: o nome do sucesso

Joy: o nome do sucesso

Fui ao cinema na semana passada com minhas amigas para ver o filme ‘’Joy, o nome do sucesso’’, que tem Jennifer Lawrence como atriz principal, papel pelo qual ela está concorrendo ao Oscar na categoria ‘’Melhor Atriz’’. De início, achei o filme um pouco confuso: muitos personagens espalhados pelo cenário, muitas falas rápidas e misturadas e, no começo, a história era um pouco bagunçada. Segundo uma amiga, isso é típico dos filmes desse diretor, David Owen Russell. Mas, aos poucos, o filme foi se encaixando e, no fim das contas, eu adorei, e justamente por isso trago essa dica no Júlia Indica dessa sexta-feira.

Joy é uma mulher que vive em meio a uma vida totalmente bagunçada: ela mora com a mãe, que nunca superou a separação com o marido (seu pai), com a meia-irmã, que não torce nem um pouco pela felicidade dela, com o ex-marido, pois mesmo divorciados há dois anos, ele continua vivendo em seu porão, a avó, uma das únicas pessoas com quem Joy pode contar, os dois filhos e o pai, que de uma hora para outra decide voltar pra casa – mas só para ter um lugar para morar.

Cheia de contas para pagar e uma família toda para ajudar no sustento, ela decide criar uma ideia revolucionária, de um esfregão – sim, um esfregão! – totalmente inovador. Com a ideia na cabeça, só faltava alguém que quisesse investir tempo e dinheiro. E então, ela aproveita a grana que a nova namorada de seu pai tem e pede um investimento. Dai pra frente, não vou contar mais detalhes para que vocês possam ver com os próprios olhos, mas posso dizer que Joy passará por poucas e boas até que tudo funcione. E mais um detalhe que não passou despercebido aos meus olhos – e acredito que aos de ninguém -: Jennifer Lawrence está linda na trama, super loira e totalmente ‘’girlpower’’. Inspirador!

Esse filme passa uma mensagem muito forte sobre não desistir daquilo que realmente queremos, mesmo que tudo ao nosso redor nos diga o contrário. Joy não desiste, nem por um minuto, e isso que a diferencia de todos os outros. A trama apenas confirmou dentro de mim a certeza de que temos que acreditar com todas as forças nos nossos sonhos, pois ninguém fará isso por nós.

Não deixem de assistir. Aproveitem que o fim de semana chegou e corram para o cinema. Vale a pena!

Um beijo,

Júlia Groppo

Por julia às 29.01.16 352 comentários
Aprendi vivendo com a vida – por Bruna Gomes
bruna gomes

Foto: @blogdabru

Eu era só uma menina cheia de planos quando comecei a estudar para o vestibular. Tinha sonhos, ou melhor, ideias do que eu poderia fazer da vida ou de como gostaria que meu futuro fosse. Não sei dizer o que me guiou para o jornalismo. Aconteceu. É assim mesmo que sinto. Num piscar de olhos eu já tinha certeza absoluta que era isso que eu queria estudar. O mais curioso sobre mim é que, às vezes, fixo o pensamento em um objetivo sem saber de sua origem. Pode ser que esse objetivo tenha nascido há muito tempo; pode ser que para outras pessoas já estivesse claro; mas eu mesma, quem mais deveria entender de si própria, não tinha a menor noção. Até visitei a faculdade de medicina da USP para ver se me abria os olhos para outras áreas. Mas nem um brilho de excitação passou pelos meus olhos. Eu simplesmente sabia: eu seria jornalista.

Depois de alguns meses estudando, veio a provação – também conhecida como vestibular. Eram provas e mais provas, testes, simulados, muitos estudos e só o que me passava pela cabeça era a Faculdade Cásper Líbero. Cheguei até a grudar uma foto da fachada na parede, ao alcance dos meus olhos, para que eu não me esquecesse dos meus objetivos: estudar naquela instituição de ensino. E então, veio uma decepção seguida de uma boa notícia. Não havia passado na Cásper, mas havia sido aprovada na Pontifícia Universidade Católica de Campinas, faculdade em que uma das minhas melhores amigas também havia entrado. Era a vida me dizendo, sem que eu percebesse, para eu limpar as lágrimas e aproveitar.

Foram quatro anos de descobertas. Eu era uma desbravadora de um ambiente cheio de pegadinhas e caminhos tortos. Pessoas, provas e um ambiente tão grande que era necessário olhar no mapa. Professores rígidos, muito estudo, festas, bares, meninos bonitos e amigas maravilhosas. Fui escalando, correndo, pulando – era quase um crossfit da vida real (no sentido literário, claro). Mas posso dizer com grande certeza que, sim, cresci. Tive que aprender a cozinhar, decorei nomes de produtos de limpeza, limpei banheiro, lavei pilhas imensas e assustadoras de louça, mas sobrevivi aos afazeres domésticos. Sobrevivi também às temidas dependências (DPs). Tive a sorte e a persistência de não pegar nenhuma.

Era uma fase diferente da outra. Cada semestre era um recomeço tão assustador e promissor quanto o outro. Eu fui corajosa. Namorei, desnamorei, morri de amores, vi pessoas ao meu redor morrendo de amores. Ajudei amigas e fui ajudada. Contemplei a melhor vista com o melhor pôr-do-sol de todo o bairro. Fiz graça e palhaçada para que as pessoas esquecessem suas dores. Fizeram graça e palhaçada para que eu tivesse a possibilidade de esquecer as minhas.

No quarto e último ano, o terrível Trabalho de Conclusão de Curso começou a aparecer durante a noite para assobiar nos meus ouvidos e me causar uma insônia sem igual. Depois de uns meses, ele dormia comigo; ocupava tanto espaço dentro de uma kitnet minúscula que eu tinha que sair para respirar. Precisava do ar que o trabalho estava me sugando. Aos olhos dos outros, novamente, era tempestade em copo d’água. Aos meus, angústia. Mas me colocava para escrever todo santo dia. Entre livros, blog, reuniões com o orientador, ponte Campinas-Sorocaba, lá estava eu, remando ao encontro do meu diploma.

Em julho, tive uma trégua, das mais valiosas que eu poderia conceber. Fui ao velho continente. Estudei inglês em Londres, com os melhores amigos estrangeiros que eu poderia ter encontrado. Estudei moda com as asiáticas mais talentosas que já havia conhecido. Andei com os olhos nos grandes prédios que compunham as ruas daquela cidade. Se para os outros era cinza, para mim era feita de glitter, dos mais brilhantes, dos mais dourados, dos multicoloridos. Londres me fascinou. Foram 28 dias andando nas nuvens e nos metrôs, de ponto turístico em ponto turístico, de café em café, de felicidade em felicidade.

Já em dezembro e no Brasil, ao entregar o trabalho final e apresentá-lo, caí de mais um degrau que eu havia colocado: não estava em êxtase como havia imaginado. Achava que aquilo seria maravilhoso, que Deus daria play em alguma música dançante e que haveria chuva de papel picado. Bobagem. Apenas passei a me cobrar pela falta de trabalho e pela falta de independência que tanto imaginei que teria após os quatro anos de estudo e dedicação.

No entanto, o que eu não imaginava (olha só a vida me ensinando novamente), era que eu precisava voltar. Precisava de uma pausa para entender tudo o que estava acontecendo. Era essencial que eu pisasse na vida adulta e conseguisse um trabalho sabendo que, chegar até ali, não havia sido fácil. Tudo isso seria valioso para que eu pudesse dar um grandioso início ao resto da minha vida.

Pode ser que meus sonhos mudem. Pode ser que eles tomem formas que nunca imaginei que tomariam. Posso até estudar profissões diferentes. Posso ser o que eu quiser! Sei que, a cada dia que piso para fora da cama, chego mais perto de algo bom que vai acontecer. Torço por mim. Projeto meus objetivos para fora das ideias e os concebo no mundo real. Posso vê-los tão claramente quanto vejo um objeto à minha frente. É claro… Tão claro que se torna cristalino. Assim como, com toda a certeza, eu sempre soube que seria jornalista, eu sei que serei feliz e que ficarei satisfeita com o futuro que bate à minha porta.

Com amor,

Bruna Gomes

Por julia às 28.01.16 312 comentários
Hoje eu senti saudade…

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Porque as pessoas passam, mas nos deixam muito 

 
Se tem algo que eu acredito nessa vida é na unicidade das pessoas. Explico: somos seres únicos. Não existe outra Júlia Groppo – não como a Júlia Groppo que eu sou, qualidades, defeitos, problemas, sonhos, valores. E graças a Deus, né gente? Porque esse é o meu poder, do qual não abro mão! Aliás, ser único no mundo é o poder de cada um.

Dai que, dia desses, senti falta de uma pessoa e entendi o quão essa minha crença se encaixava na situação. Hoje, mais uma vez, senti saudades dela, um alguém que fez parte da minha vida por muito tempo, mas que, em determinado momento, precisou ir embora. Até hoje me perco tentando descobrir se eu quem a expulsei ou se ela quem quis sair. Acho que um pouco dos dois. Eu comecei o trabalho e ela concluiu. Na época, tivemos alguns problemas, coisas de adolescentes, sabe? Nos estranhamos; o santo parou de bater; descobri coisas meio desagradáveis. Sofri (e cresci) tanto com isso! Enfim… quem nunca, né? Foi aí que eu pude entender claramente: o tempo passou, somos desconhecidas agora, não faço ideia do rumo que a vida dela tomou – e nem ela do rumo da minha – mas ninguém pode substituir na minha vida o espaço que ela preencheu.

Fiz diversas amizades especiais depois disso, muito mais importantes e reais, quem sabe, mas o que essa pessoa representou para mim, o jeito que ela enfeitava minha vida na época em que éramos amigas e tudo o que vivemos, isso ninguém pode substituir. Não adianta tentar tampar o buraco da ausência de uma pessoa com outra. Podemos formar novos laços, conhecer outras pessoas, se envolver com mais muitos caras depois de um término, mas o fulano de antes sempre deixa sua marca. De forma boa, nos fazendo rir ao lembrar dos momentos, ou de forma ruim, nos deixando aprendizados valiosos. Todos nós deixamos – na vida um dos outros. Seja um ensinamento, um conselho, um momento incrível vivenciado lado a lado. Um abraço, uma palavra de amor, a companhia numa viagem. Ou mesmo o silêncio. Fomos feitos para isso, para deixarmos um pouco de nós nas pessoas por quem passamos, assim como saber aceitar o que as pessoas deixam em nós. E ela deixou. Acredito que o mais importante, nesses casos, é aprender a superar tudo de ruim que ficou e transformar esses sentimentos desagradáveis em muitos aprendizados. E seguir em frente. Afinal, a vida continua.

Se o ser humano tivesse sido criado para ser sozinho, então existiria apenas um de nós nessa Terra e pronto. Solitário. Mas não, somos bilhões e – graças a Deus – todos diferentes uns dos outros e com a capacidade de transformar a vida de quem passa por nós, de diversas formas. E, da forma dela, transformou a minha – no caso, me trazendo um GRANDE aprendizado sobre amizade. E agora, uma deliciosa reflexão sobre como todo ser é único no mundo. E eu agradeço-a por isso.

Com uma saudade esporádica,

Júlia Groppo

Por julia às 27.01.16 256 comentários
Série: Grey’s Anatomy

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Sou suspeita pra falar de Grey´s Anatomy, já que é uma das minhas séries favoritas. Tinha lido várias vezes sobre a paixão da cantora Demi Lovato pela trama – ela inclusive participou de um dos episódios, na sexta temporada, interpretando uma paciente com esquizofrenia. Mas, até então, nunca me interessei em assistir. Dai que, fuçando o Netflix, decidi ver um episódio e PÁ… Me encantei! Na época, eu estava quase terminando How I Met Your Mother – outra das minhas séries favoritas – e, para que eu terminasse logo, pois estava curiosa para o final do qual TODOS os fãs sempre comentam tanto, parei de ver Grey’s Anatomy, no final da primeira temporada. Logo que terminei How I Met Your Mother, senti um ‘’vazio’’ e decidi que precisava me apegar a outro vício: voltei a assistir a série e a cada dia me apaixono mais pela história. Sim, sou dessas que adora ter algo para seguir à risca, seja um livro, um programa, um site, uma série, etc.

A trama, que estreou em 2005, retrata o drama de médicos e residentes do Seattle Grace, um hospital americano. A cada episódio, novos casos precisam ser resolvidos por toda a equipe, desde os mais simples aos mais malucos, e alguns deles nos tiram o fôlego, assim como muitos dos médicos que fazem parte do elenco, rs. Além disso, os profissionais precisam conciliar a rotina árdua do hospital com a vida pessoal, e aí, muitos deles acabam confundindo as coisas: médicos acabam se envolvendo com residentes e até com pacientes, trazendo mais emoção ainda para a série.

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Cristina Yang e Meredith Grey, residentes do Seattle Grace

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Participação da cantora Demi Lovato na série, no episódio 22 da sexta temporada

O que eu mais adoro em Grey’s Anatomy:

1 – O casal Meredith Grey e Derek Sheperd, que nos rendem bons suspiros, já que ele é um cirurgião maravilhoso, e ela, uma residente, além de ser a personagem principal; o romance dos dois é lindo e totalmente dramático.

2 – O próprio Derek Sheperd, interpretado por ninguém mais, ninguém menos que o ator Patrick Dempsey. Alguém aí perdeu o fôlego junto comigo? Ele é maravilhoso, mas com um bisturi na mão, o homem ganha um charme especial.

3 – E por fim, como cada episódio traz inúmeros casos malucos da medicina, a série não é monótona de forma alguma, algo que me prende mais ainda à trama. Ser médico não deve ser nem um pouco fácil, viu? Infelizmente, acabei descobrindo um big spoiler da história alguns meses atrás, já que quando o episódio foi ai ar, não teve como fugir: estava lá, estampado em todas as redes sociais, acompanhado de mil e uma lamentações dos fãs. Mas sei também que muita coisa ainda vai acontecer até que eu chegue lá, então tento não entender porque isso acontece (entendedores entenderão). Ainda assim, a série vale muito a pena e te prende do início ao fim.

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Derek Sheperd e Meredith Grey

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Parte do elenco da trama. Holofotes em Patrick Dempsey, please!

Gostaram da dica? Querem ver mais indicações de séries, livros, filmes, restaurantes, autores e muito mais na seção Júlia Indica? Então não deixe de acompanhar o blog, principalmente nas terças e sextas-feiras.

Um beijo,

Júlia Groppo

Por julia às 25.01.16 398 comentários
Sobre o infinito que habita em mim… Bem vindos!

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Costumo dizer que sou pequena por fora e grande por dentro. Explico: tenho um metro e cinquenta e cinco centímetros de altura, mas dentro de mim, aposto que vocês se perderiam fácil; sou imensa de tantas coisas que carrego no coração, já que costumo colecionar histórias, momentos, sentimentos, livros e frases. Fora todo o resto que a vida acaba trazendo… De vez em quando, é até preciso fazer um ‘’update’’ nesse coração, pra tirar aquelas coisinhas que levamos conosco sem querer e acabam nos machucando um pouco. Penso o tempo todo em tudo o que eu vejo e escuto (aliás, cuidado com o que faz ou fala perto de mim, porque pode virar texto meu, viu?). A vida é a minha pauta preferida e as fontes são fontes sem saberem que são. Porque o que os meus olhos captam, meus caros, o coração já interpreta e eu levo comigo a reflexão que for! Mas vamos ao que mais interessa, não é…

Pensei em tantas possibilidades para começar esse texto. Mas aí, você acaba concluindo, mais uma vez, que não adianta forçar: tem que sair do coração! E se tem algo que eu amo nessa vida, é falar: sobre mim, sobre sonhos, sobre o mundo… Enfim, de tudo um pouco e um pouco de tudo. Eu falo muito (papai, mamãe, vovô, vovó, namorado e amigas que o digam, né?). Mas, mais que falar, eu escrevo. É a minha terapia, o meu refúgio, a minha paixão e, poxa, a minha futura profissão! Para quem não sabe, sou estudante de Jornalismo da PUC-Campinas (logo iniciarei o meu terceiro ano) e nós, jornalistas, escrevemos quase na mesma medida em que respiramos (me perdoem pela hipérbole? Mas é necessária). Então, isso pode explicar a vocês um dos motivos pelo qual decidi criar esse espaço. Vamos lá?

Eu acredito muito que cada um de nós – apesar de sermos muitos aqui nesta Terra – vem ao mundo com uma missão. A de aprender ou a de ensinar; ou os dois, né? Mas ao invés de perder muito tempo para entender, prefiro sair por aí vivendo, simplesmente, e então descobrir aos poucos as coisas pela qual eu vivo. E aí, vou transformando esse meu viver em tudo quanto é reflexão. Daí que chegou o momento pelo qual eu já estava esperando: essas reflexões transbordaram e eu já não posso mais guarda-las comigo, decidi escrever para o m-u-n-d-o! A minha paixão pela escrita vem desde pequena, mas eu pude descobri-la melhor assim que comecei a minha faculdade. O Jornalismo me ajudou a me encontrar. Entender quem é a Júlia, de dentro pra fora. E então, acabei descobrindo que as palavras têm um poder imensurável. Ter esse espaço sempre foi um sonho para mim. Caramba, poder ter o meu cantinho no universo cibernético e usar a minha voz de forma mais abrangente… Solto um sorriso largo a cada vez que digo isso! E cá estou eu, me jogando mais uma vez na vida, e convidando vocês para embarcar nessa aventura comigo. O juliagroppo.com.br terá crônicas, dicas de leitura, restaurantes, filmes, séries, matérias diversas e muito (MUITO) mais!

Como já disse em alguns dos meus outros textos, uma das minhas maiores vontades nessa vida é deixar um pouco de mim aonde quer que eu passe. E aqui não será diferente: espero poder deixar um pouco da Júlia na vida de cada um de vocês. Que as palavras que decidi externar ao continuar guardando no meu coração – e nos meus infinitos blocos de notas – sirvam-lhes de alguma forma. A vida ta aí pra gente espalhar tudo de bom que a gente puder; e para mim, será incrível compartilhar aqui as mil e uma reflexões diárias que faço. A cabecinha desta que vos fala não para um minuto. Vive nas nuvens, sabe? O coração então… Bate muitas vezes por segundo. Mas sabe o que é? A vida é uma só! E eu quero aproveitá-la vivendo as minhas paixões. E viver intensamente é, possivelmente, a principal delas. HÁ!

Sejam bem-vindos e voltem sempre!

Com carinho,

Júlia Groppo

 

Por julia às 22.01.16 358 comentários

A tal da criatividade
O ”ponto morto” da vida tem seu valor
Sobre fios, fases e metamorfoses
Sobre rótulos e o despir-se socialmente